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Ações meritórias, erros voluntários e involuntários - Por Luiz de Mattos

As obras culturais que se escrevem, as escolas que se instalam, as bibliotecas que se fundam, as organizações científicas que se estabelecem e os trabalhos que se realizam com a finalidade de instituir e incrementar, em todas as latitudes, o intercâmbio intelectual, espiritual e material entre os seres são ações meritórias do mais alto interesse humano.
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Sob este aspecto, incluem-se também as iniciativas destinadas a fomentar a produção industrial, mineral e agrícola para elevar o padrão de vida da coletividade.

Todos os habitantes deste mundo-escola são imperfeitos. Uns, evidentemente, mais do que os outros. Não há, pois, quem não esteja sujeito a erros. Muitos desses erros são involuntários. Outros resultam do mau uso do livre-arbítrio.

Diz-se que errar é humano. Nada mais certo. Uma vez, porém, advertida e convencida do erro, cumpre à criatura honestamente reconhecê-lo e esforçar-se para não voltar a errar.

Esconder os erros em lugar de combatê-los é prática comum, mas altamente prejudicial ao aperfeiçoamento do espírito.

A maioria dos indivíduos raramente procede com isenção e justiça no julgamento íntimo dos seus atos. Mesmo os que encaram com severidade as más ações alheias, para as quais têm sempre palavras de censura e condenação, não fogem à tendência geral com relação às próprias faltas, que é a da justificativa ampla, indulgente e absolutória.

Com esse procedimento acabam os erros por incorporar-se aos hábitos e costumes humanos, perdendo a criatura o respeito que deve a si mesma e corrompendo o caráter e a dignidade.

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