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Livros sagrados - Por Luiz de Mattos


As religiões possuem, em geral, livros considerados sagrados pelos seus adeptos. Entende-se por sagrado o que é puro, o que não tem mácula, o que é perfeito e intocável.

Dentro desses livros, porém, podem existir os maiores absurdos, a mais clara ofensa ao decoro e ao bom senso, pode a verdade ser transformada em mentira, o justo em injusto, o honrado em desonrado, pode a lógica sofrer todas as agressões e violências, que nenhuma crítica é admitida.

Lendo tais coisas e observando tantos disparates, o leitor pode-se estarrecer, mas não tem o direito de falar e, muito menos, de analisar.
Na Bíblia, todos o sabem, foram alterados diversos textos originais, com o fim de favorecer a um vantajoso sistema capaz de propiciar fundos suficientes para sustento das legiões que o mantêm.

Somente a palavra perdão, habilmente introduzida naquele livro, tem proporcionado imensa, incalculável renda.

Durante muitos séculos, as religiões propugnaram pela ignorância dos seres. Essa ignorância convinha aos interesses dos orientadores religiosos. Isto porque ricos e ignorantes sempre viveram às mil maravilhas com as seitas religiosas que introduziram na Bíblia este versículo repleto de malícia: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus”.
Livros Sagrados
Por Luiz de Mattos

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