Porque somos?
Quando somos?
Como somos?
Estas questões nunca estarão completas, sempre teremos algo a acrescentar, o que vale é a pesquisa, a contribuição de cada um de nós, à soma e à correção, o princípio é fugir de estudos intocáveis e dogmatizados. A descoberta da base de nosso ser, a essência de tudo que existe no homem e no universo, onde repousam nossas qualidades.
Então, questionamos, e se nós não existíssemos, o que existiria? Talvez o vazio! Porque não? Como somos natureza, apenas vamos preenchendo os espaços, tomemos como exemplo a semeadura de uma planta qualquer, em um espaço qualquer, então nasce, cresce, toma seu espaço, cumpre o seu papel, dá frutos, que, amadurecem, caem no solo, geram-se novas sementes, é o ciclo da vida tomando novas formas de vida, estruturação, desestruturação e restruturação. Mas, somos animais racionais, já temos códigos de comunicações estabelecidos, com línguas diferentes, vivemos em sociedades estruturadas, temos territórios com fronteiras estabelecidas.
Voltamos a nos questionar; qual será a língua, ou as próximas fronteiras nos próximos cem, duzentos, ou quinhentos anos?
Como nos situamos defronte do universo?
Qual será a energia de locomoção?
Qual será a principal energia de alimentação?
Teremos protegido nossas principais fontes de energia que são a água e o oxigênio?
Harmonizamo-nos com a vida silvestre ou com a natureza em geral?
Seremos capazes de conviver em espaços reduzidos?
Continuaremos a viver em contradições de ódio, do sofrimento, da intolerância, do preconceito, da miséria, sustentado por um materialismo avassalador, grosseiro e destrutivo?
Para iniciarmos nosso passeio no futuro, temos que recapitular nossas atividades diárias, circunstâncias pessoais e, quanto depende de nossas heranças, ou seja, as atividades que são aprendizagens do dia-a-dia e as que são instintivas. A psicologia moderna nos revela cada vez maior o número de reações, que nos parecem instintivas e automáticas, mas que, na realidade dependem de acontecimentos retidos em nossa memória de infância.
O filósofo Descartes (1596-1650), que, viveu num período onde imperava o dogmatismo, cujas ideias exerceram a mais profunda influência no pensamento dos últimos séculos, supunha que os animais fossem autômatos e que só o homem possuía verdadeira alma consciente, e, acreditava que os animais agissem naturalmente por molas, como um relógio.
Porém, o russo Ivan Petrovich Pavlov, que viveu entre 1849 - 1936, abandonou a carreira eclesiástica, estudou neurofis
iologia, executou experiências com cães, além dos esclarecimentos para os processos mentais, trouxe algumas reflexões sobre como esses animais ouvem, veem, cheiram e sentem o mundo.
A obra de Pavlov, com suas ideias e experimentos, foi uma etapa decisiva na história da ciência biológica, no estudo dos reflexos condicionados e incondicionados, nos estudos das glândulas salivares que têm importância fundamental no processo mental, entre impulsos e inibição. Portanto, quando nos apresentam uma comida que não conhecemos, ficamos curiosos e temos impulsos por experimentar, mas, se já a conhecemos e tem gosto ou cheiro repugnante, aí sim entra o processo de memória, e nossa boca imediatamente aumenta o fluxo de saliva, que deve ser cuspido para auxiliar na lavagem da boca. Do mesmo modo quando vemos uma mesa posta ou ouvimos uma campainha, que nos indica a hora do jantar, forma-se a conexão entre o centro visual ou auditivo, com os centros motores mentais.
Provou também que o cão vê apenas em branco e preto, isto nos leva a concluir que nós temos o campo visual um pouco mais apurado, mas limitado, enxergamos várias cores e, aí fica uma incógnita: enxergamos todas as cores ou apenas a superficialidade delas? O daltonismo por si só já justifica a nossa incapacidade de ver cores, mas, existem também pessoas que têm sensibilidade à refração da luz e enxergam a mesma cor em tonalidades diferentes, mais claro ou mais escuro, a idade das pessoas é outro diferencial no poder de visão, altera a percepção dos objetos se perto ou longe.
Nossa visão também cria outro elemento fundamental, a ilusão de ótica, em que distorce as formas, o tamanho, a posição e a distância dos objetos, dependendo da posição de quem está vendo, os objetos sólidos movimentam-se, as linhas retas paralelas ficam diagonais afuniladas. A visão altera fundamentalmente quando os pensamentos das pessoas estão entorpecidos pelo estado emocional, principalmente nos momentos de ira, perdem o foco principal dos objetos, perdem a tonalidade principal e ficam escurecidos.
Quando executamos atividades físicas como andar ou ficar em pé, corresponde a reflexos inatos, conduzidos por impulsos que caminham no corpo por fibras nervosas. Quando pensamos, são os mesmos reflexos, mas, os impulsos circulam nos labirintos do hemisfério cerebral.
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iologia, executou experiências com cães, além dos esclarecimentos para os processos mentais, trouxe algumas reflexões sobre como esses animais ouvem, veem, cheiram e sentem o mundo.A obra de Pavlov, com suas ideias e experimentos, foi uma etapa decisiva na história da ciência biológica, no estudo dos reflexos condicionados e incondicionados, nos estudos das glândulas salivares que têm importância fundamental no processo mental, entre impulsos e inibição. Portanto, quando nos apresentam uma comida que não conhecemos, ficamos curiosos e temos impulsos por experimentar, mas, se já a conhecemos e tem gosto ou cheiro repugnante, aí sim entra o processo de memória, e nossa boca imediatamente aumenta o fluxo de saliva, que deve ser cuspido para auxiliar na lavagem da boca. Do mesmo modo quando vemos uma mesa posta ou ouvimos uma campainha, que nos indica a hora do jantar, forma-se a conexão entre o centro visual ou auditivo, com os centros motores mentais.
Provou também que o cão vê apenas em branco e preto, isto nos leva a concluir que nós temos o campo visual um pouco mais apurado, mas limitado, enxergamos várias cores e, aí fica uma incógnita: enxergamos todas as cores ou apenas a superficialidade delas? O daltonismo por si só já justifica a nossa incapacidade de ver cores, mas, existem também pessoas que têm sensibilidade à refração da luz e enxergam a mesma cor em tonalidades diferentes, mais claro ou mais escuro, a idade das pessoas é outro diferencial no poder de visão, altera a percepção dos objetos se perto ou longe.
Nossa visão também cria outro elemento fundamental, a ilusão de ótica, em que distorce as formas, o tamanho, a posição e a distância dos objetos, dependendo da posição de quem está vendo, os objetos sólidos movimentam-se, as linhas retas paralelas ficam diagonais afuniladas. A visão altera fundamentalmente quando os pensamentos das pessoas estão entorpecidos pelo estado emocional, principalmente nos momentos de ira, perdem o foco principal dos objetos, perdem a tonalidade principal e ficam escurecidos.
Quando executamos atividades físicas como andar ou ficar em pé, corresponde a reflexos inatos, conduzidos por impulsos que caminham no corpo por fibras nervosas. Quando pensamos, são os mesmos reflexos, mas, os impulsos circulam nos labirintos do hemisfério cerebral.
QUEM SOMOS?
Wilson Candeias Moita
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Titulo publicado no endereço:
http://www.racionalismo-cristao.org.br/gazeta/diversos/tributo-a-razao.html
Wilson Candeias Moita
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Titulo publicado no endereço:
http://www.racionalismo-cristao.org.br/gazeta/diversos/tributo-a-razao.html





